Mercado negro
Os mercados negros proíbem totalmente o jogo online ou o reservam para monopólios estatais; atendê-los é ilegal para as operadoras e, em diversos regimes, para os profissionais de marketing que direcionam os jogadores para esses mercados.
Por que o termo merece um espaço no glossário?
A canalização — a parcela da demanda por jogos de azar capturada por ofertas legais — é o principal argumento político do setor: mercados regulamentados com impostos excessivos ou restrições exageradas levam os jogadores a operadores não licenciados, o que constitui o mercado negro em crescimento dentro de países nominalmente regulamentados. Essa perspectiva impulsiona políticas reais (debates sobre alíquotas de impostos, revisões de restrições de produtos) e a aplicação efetiva da lei (bloqueio de pagamentos, bloqueio de provedores de internet, processos por práticas comerciais desleais). Empresas sérias simplesmente não se estabelecem em regiões geográficas proibidas; o aparecimento de conteúdo afiliado de "cassino [mercado proibido]" é um sinal de alerta para monitoramento de conformidade, não um canal de crescimento.